A Amnistia Internacional revelou que existem mais de 20 000 pessoas no corredor da morte, a aguardar execução pelos seus próprios governos. Na sua última análise anual sobre o uso da pena de morte a nível mundial, a Amnistia Internacional revelou que pelo menos 2148 pessoas foram executadas, em 22 países, em 2005 – 94% dos quais na China, Irão, Arábia Saudita e EUA – e 5186 foram condenados à morte em 53 países. A organização acautelou que estes números são aproximados, dado o secretismo em torno desta questão. Muitos governos, como o da China, recusam a publicação de estatísticas oficiais completas sobre as execuções, ao passo que o Vietname rotulou as estatísticas e os relatórios sobre a pena de morte como confidenciais, sendo tratados como um “segredo de Estado”. Segundo Irene Khan, Secretária Geral da Amnistia Internacional, “os números sobre a pena de morte são verdadeiramente preocupantes: 20 000 pessoas contam os dias até que o Estado lhes tire a vida. A pena de morte é a negação dos direitos humanos, na sua forma mais irreversível. É normalmente aplicada de uma forma discriminatória, no seguimento de julgamentos injustos ou é aplicada por motivos políticos. Pode ser um erro irreversível quando há uma falha na justiça.”
20 MIL PESSOAS NO CORREDOR DA MORTE
Março 2, 2007 por José Roldão
Publicado em Absurdos, Notícias | 2 Comentários
2 Respostas
Deixe uma Resposta
-
NOVO ENDEREÇO!
Novas atualizações em CIDADE SOLITÁRIA -
POSTS VIA RSS
-
Páginas
-
Comentários Recentes
Dauri Batisti no O labirinto que antecede as… joni no Odeio Kombi! José Roldão no INVERSÃO DE PAPÉIS MARILENE no PLANÍCIES Rozeli Mesquita no INVERSÃO DE PAPÉIS Categorias
- Aborto (1)
- Absurdos (11)
- Albert Camus (2)
- Alvarenga (1)
- Avisos (2)
- Blogs (3)
- Chesterton (1)
- Clarice Lispector (1)
- Contos (17)
- Conversa Fiada (5)
- Crônicas (4)
- De Outros Autores (33)
- Diário Fantástico (31)
- Dostoiévski (1)
- Fernando Namora (1)
- Fernando Pessoa (6)
- Filmes (1)
- Filosofia (3)
- Fragmentos (15)
- Frases (7)
- Gonçalo M. Tavares (6)
- James Joyce (1)
- José Roldão (68)
- José Saramago (2)
- Juan Ramón Jiménez (3)
- Kafka (2)
- Letras de Músicas (1)
- Literatura (71)
- Literatura Brasileira (1)
- Literatura Espanhola (3)
- Literatura Francesa (2)
- Literatura Inglesa (2)
- Literatura Portuguesa (18)
- Literatura Russa (1)
- Música (3)
- Miguel Torga (1)
- morte (4)
- Narrativas (21)
- Notícias (16)
- Olavo de Carvalho (1)
- Poesias (34)
- Relatos (28)
- Religião (4)
- Romance (7)
- Schopenhauer (1)
- Seitas (1)
- Solidão (8)
- Traduções (3)
- Vídeos (1)
- Virgínia Woolf (1)
Arquivos
- Julho 2009 (1)
- Março 2009 (1)
- Dezembro 2008 (1)
- Novembro 2008 (10)
- Outubro 2008 (1)
- Setembro 2008 (1)
- Agosto 2008 (4)
- Julho 2008 (10)
- Junho 2008 (1)
- Maio 2008 (5)
- Abril 2008 (6)
- Março 2008 (4)
- Fevereiro 2008 (4)
- Dezembro 2007 (5)
- Novembro 2007 (1)
- Outubro 2007 (2)
- Setembro 2007 (15)
- Agosto 2007 (5)
- Julho 2007 (6)
- Junho 2007 (7)
- Maio 2007 (4)
- Março 2007 (1)
- Fevereiro 2007 (5)
- Janeiro 2007 (7)
- Novembro 2006 (2)
- Outubro 2006 (6)
-
Principais mensagens
-
Posts Recentes
Nuvem de Categorias
Absurdos Avisos Blogs Contos Conversa Fiada Crônicas De Outros Autores Diário Fantástico Fernando Pessoa Filosofia Fragmentos Frases Gonçalo M. Tavares José Roldão José Saramago Juan Ramón Jiménez Kafka Literatura Literatura Espanhola Literatura Portuguesa Música morte Narrativas Notícias Poesias Relatos Religião Romance Solidão TraduçõesTags
Albert Camus A Peste Céu Carros choro chuva clip coração Escritor Excertos fake plastic trees Fernando Pessoa Ficção fuga Gonçalo M. Tavares infância João Rogério José Roldão Juan Ramón Jiménez letras mãos Médico Música Maca Memória Memórias morte noite Nuno Mendes Pai Poesia Poetas Pontes Portugal Português Radiohead silêncio Solidão tempo Traduções Vazio Versos Viagem video VizinhaMeta





E,olha, são mortes legalizadas. Imagine os outros corredores espalhados e em ação ao redor do planeta.
hábraços
por que não podemos chamar isso de terrorismo?
e o que se faz pra evitar que esse mundarel de gente vá parar lá?
Nossa! são tantas perguntas, não é?!
Adorei o Blog!
Abraços!