A poesia tem o poder de contar ao leitor não apenas aquilo que ele pensa de si mesmo, mas até mesmo o que deixou de pensar por não sabê-lo. Pode ser também a maior de todas as vigílias – ou, quem sabe, o quase infinito da multiplicação de todas elas, mesmo dos seres que nunca [...]
Arquivo de Agosto, 2007
A POESIA É UM SONHAR POR ESCRITO
Posted in Diário Fantástico, Frases, José Roldão, Literatura, Poesias, Relatos on Agosto 30, 2007 | 1 Comentário »
ESPÍRITO ATENTO
Posted in José Roldão, Literatura, Poesias, Relatos on Agosto 24, 2007 | 1 Comentário »
Estávamos na beira do abismo O vento soprava Tínhamos tempo Um pouco Mas nos bastava Fitávamos a planície A extensão das horas O calar da tarde Um sol que desaparecia Mas havia algo Sabíamos da espera Não tardaríamos a saber Então o vento parou O cheiro do mato assaltava O inseto avisava aos ouvidos A [...]
FERNANDO PESSOA – ASSIM COMO AS PALAVRAS…
Posted in De Outros Autores, Fernando Pessoa, Literatura, Literatura Portuguesa, Poesias on Agosto 22, 2007 | 1 Comentário »
Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento, Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade. Mas, como a realidade pensada não é a dita, mas a pensada, Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada. Assim tudo o que existe, simplesmente existe. O resto é uma espécie de sono [...]
IMPRESSORAS A LASER: MALES COMPARADOS AO CIGARRO
Posted in Notícias on Agosto 11, 2007 | Deixar um Comentário »
Um estudo realizado na Austrália apontou que as impressoras a laser são tão prejudiciais aos pulmões quanto a fumaça de um cigarro. Os cientistas descobriram que as impressoras emitem partículas poluentes cujos danos são comparados aos causados aos fumantes passivos. De acordo com o estudo, a situação se agrava nos escritórios, geralmente pouco ventilados, e [...]
PONTOS
Posted in José Roldão, Poesias, Religião on Agosto 10, 2007 | Deixar um Comentário »
tentei conversar com uma pedra não respondeu então falei sozinho respondi muitas coisas a mim mesmo a pedra parada ali, sobre a mesa será que a pedra não existe? existe, pois a vejo e sinto mas – pensemos (!) e se eu não existisse será que ela continuaria a existir mesmo sem pensar ou sentir [...]




