II – O MANÍACO
«Pessoas completamente mundanas nunca entendem sequer o mundo; elas confiam plenamente numas poucas máximas cínicas não verdadeiras. Lembro-me de que, certa vez, fiz um passeio com um editor de sucesso, e ele fez uma observação que eu ouvira muitas vezes antes; é, na verdade, quase um lema do mundo moderno. Todavia, eu [...]
Arquivo de Agosto, 2008
A Total Autoconfiança é Uma Fraqueza
Posted in Chesterton, De Outros Autores, Filosofia, Fragmentos, Literatura, Literatura Inglesa, Narrativas, Relatos, com etiqueta Acreditar em si mesmo, Autoconfiança, Chesterton, Filosofia, Loucos, Ortodoxia on Agosto 8, 2008 | 1 Comentário »
Noite Clássica
Posted in Diário Fantástico, José Roldão, Literatura, Narrativas, Relatos, com etiqueta Carros, Energia Elétrica, Falta de Luz, Fantasmas, Faróis, Janelas, Modernistas, noite, Rodovia on Agosto 5, 2008 | 1 Comentário »
Uma conhecida sensação tediosa invadiu este cômodo. De repente, eis que falta eletricidade. Olho da janela, que recosta do meu lado esquerdo, e vejo tudo escuro até onde a vista alcança. Em menos de um minuto, retorna a eletricidade (onde andavas? onde fostes?). Sim, retorna aqui em casa, pois, lá fora (a janela informa-me, cutuca-me), [...]
Camus – Sobre os Mortos Semeados na História
Posted in Albert Camus, De Outros Autores, Fragmentos, Literatura, Literatura Francesa, Narrativas, Romance, com etiqueta Albert Camus, A Peste, Cadáveres, Mortos, Corpos, Significado on Agosto 1, 2008 | Leave a Comment »
«Flutuavam números na sua memória e dizia a si próprio que umas três dezenas de pestes que a história conheceu tinham feito perto de cem milhões de mortos. Mas que são cem milhões de mortos? Quando se faz a guerra, já é muito saber o que é um morto. E já que um homem morto [...]
Platero e Eu – O Menino e a Fonte
Posted in De Outros Autores, Fragmentos, Juan Ramón Jiménez, Literatura, Literatura Espanhola, Narrativas, Relatos, Romance, Traduções, com etiqueta Alma, Água, Fonte, Juan Ramón Jiménez, menino, Platero e Eu, sol, vento on Agosto 1, 2008 | Leave a Comment »
«Na aridez abrasada de sol do grande lago poeirento que, por mais leve que se pise, cobre a gente, até os olhos, de branca poeira peneirada, o menino e a fonte formam um grupo risonho e esplêndido, cada qual com a sua alma. Embora ali não haja uma única árvore, o coração, em chegando, se [...]




