“É preciso lembrarmo-nos de que, como a Europa é um todo (…), assim a literatura europeia é um todo, de que os diversos membros não podem florescer se a mesma corrente sanguínea não circular através de todo o corpo. A corrente sanguínea da literatura europeia é latina e grega – não como dois sistemas circulatórios, mas como um só, pois é através de Roma que deve reconstituir-se a nossa ascendência grega. Que medida comum de excelência temos em literatura, entre as nossas diversas línguas, que não seja a medida clássica.”
[T. S. Eliot, “O que é um clássico? (1944)” in Ensaios Escolhidos, Lisboa, Cotovia, 1992]




