Enfim, o Outono mete as mãos de vento a forçar passagem por entre janelas e portas, a invadir cozinhas e salas. Acendemos o lume. Entre as esfregas das mãos, a visão da lenha a arder provoca-nos suspiros sobre as promessas de verão não cumpridas [...] CONTINUE LENDO clicando aqui…
Arquivo de Outubro, 2010
Enfim, o Outono
Posted in Alvarenga, Diário Fantástico, José Roldão, Literatura, Literatura Portuguesa, Solidão, com etiqueta cozinha, inverno, Janelas, lenha, lume, outono, portas, sala, silêncio, vento on Outubro 5, 2010 | Deixar um Comentário »
Um ritual de silêncio e portas fechadas
Posted in Diário Fantástico, José Roldão, Literatura, Literatura Portuguesa, Solidão, com etiqueta Memórias, Solidão, tempo, Vazio on Outubro 3, 2010 | Deixar um Comentário »
Muitos olhos. Eu tenho muitos olhos. Dois deles trago sempre comigo e os outros deixo-os guardados, pois já estão cheios de imagens, cansados, em repouso dentro da gaveta de um guarda-fatos, na memória. Em algumas noites vou até lá, retiro os que estão em uso e meto uns a sorte para ver se ainda estão [...]




