Uma insignificante sombra pousou sobre a mesa cor de tabaco. Quase não pude perceber a nuance, uma gradiente, que saltava de um lado para o outro, fugindo sistematicamente da minha mão incansável. Mentira. Cansava-se ao mesmo tempo em que meu braço: descansavam juntos, em uma trégua amigável e sem receios de que qualquer um dos [...]
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A sombra
Posted in Contos, Diário Fantástico, José Roldão, Literatura, Narrativas, Relatos, Solidão, com etiqueta fuga, luz, mão, mesa, sombra, tabaco on Novembro 23, 2008 | 1 Comentário »
DESERTO
Posted in José Roldão, Literatura, Poesias, com etiqueta cárcere, choro, fuga, garganta on Abril 2, 2008 | Deixar um Comentário »
Tenho um choro retido na garganta Desses que ficam gritando encarcerados Não cedo as chaves nem descanso os olhos Que vigiam atentos qualquer tentativa de fuga Tenho um nó apertado na lembrança Desses que, se puxam, ficam mais apertados Não cedo atenção nem dilato os poros Que engelham a pele sentindo dor alguma Sinto como [...]




