Existem pontes São tantas E o problema de existirem assim Tantas É que ficamos parados (nos momentos decisivos) A olhar para cada uma delas Os olhos bem abertos Às diversas possibilidades E o problema de existirem assim Tantas É que ficamos perdidos (e nos esquecemos das pontes, por instantes) A pensar em cada uma delas [...]
Posts Tagged ‘José Roldão’
O labirinto que antecede as pontes
Posted in José Roldão, Literatura, Poesias, Solidão, com etiqueta dúvidas, decisões, José Roldão, labirintos, Pontes, possibilidades on Março 4, 2009 | 6 Comentários »
O passar das coisas
Posted in José Roldão, Literatura, Poesias, com etiqueta Arte, José Roldão, Memória, Poetas, Pressa, tempo on Novembro 28, 2008 | 1 Comentário »
Só percebemos o momento quando o buscamos no passado. O presente à nossa volta entorpece-nos, turva-nos os pensamentos. É preciso pressa; agora. Mais tarde, quando tudo se tornar memória, somos ainda capazes de retocar os acontecimentos. Pegamo-los para nós; arrancamo-los do tempo. Os que fazem isto com arte chamam-se poetas.
O OFÍCIO DA ESCRITA E A VIDA
Posted in Blogs, José Roldão, José Saramago, Literatura, Literatura Portuguesa, Notícias, com etiqueta Entrevistas, Escrita, José Roldão, José Saramago, Meu outro blog on Novembro 8, 2008 | Deixar um Comentário »
Existem diversas explicações para o que seria o ofício de escrever, mas aqui, nesta entrevista com José Saramago, no Jornal de Notícias, encontrei um trecho que me chamou a atenção, justo por conter também um pouco da relação deste ofício com a vida. A analogia é bem interessante. Então, para si, escrever é um ofício [...]
UM SILÊNCIO DE SAUDADE RELUTANTE
Posted in Alvarenga, Diário Fantástico, José Roldão, Literatura, Narrativas, Relatos, com etiqueta Alvarenga, Frio, José Roldão, Memórias, Musgo, Pedras, Relutante, Saudade, silêncio, Solidão on Outubro 8, 2008 | 3 Comentários »
Este vento frio e úmido traz-me saudades das pedras geladas e cobertas de musgos das aldeias de Portugal. Quando eu passava as mãos sobre o verde incrustado por entre as pedras, sentia como se me aplainasse a pele, como se o tempo roçasse devagar brincando com meus poros, estes que me arrepiam agora, neste exato [...]
As Tardes de Nuno Mendes
Posted in Contos, Fragmentos, José Roldão, Literatura, Narrativas, Romance, com etiqueta Contos, infância, José Roldão, Medida das Coisas, Nuno Mendes, Tamanhos on Julho 30, 2008 | 2 Comentários »
Nuno passava as tardes brincando quieto, em silêncio. Seus pais sempre dormiam após o almoço e ele ficava sozinho pela casa imensa. Quando somos pequenos todas as coisas parecem enormes. Ou será que vão encolhendo na medida em que crescemos? É de conhecimento público que nós é que crescemos, e na medida em que isso [...]
Os Livros e a Viagem
Posted in Contos, Diário Fantástico, José Roldão, Literatura, Narrativas, Relatos, com etiqueta José Roldão, Livros, Passado, Presente, Ser, tempo, Viagem on Julho 29, 2008 | Deixar um Comentário »
Estava agora, neste instante (e não escrevo no passado, mas sim neste eterno presente), observando os livros em minha frente. Vertiginosamente atacaram-me pensamentos não tão absurdos quanto os que me acometem em sonhos – e o leitor deve acreditar que meus sonhos são mundos completos, inclusivos, e podem tanto alegrar quanto me agarrar em seus [...]
Banho, Chuva e Café na Janela
Posted in Contos, José Roldão, Literatura, Narrativas, com etiqueta Banho, Café, chuva, Janela, José Roldão, Pontes, Rotinas on Julho 29, 2008 | Deixar um Comentário »
Fim de tarde. A chave gira na fechadura. Chega a casa após mais um dia de trabalho e não pensa em outra coisa a não ser o banho. Depois: um café na janela. Sempre preferiu os dias chuvosos, aquela chuvinha fina que não passa. O banho. Sente a água morna cair sobre a cabeça e faz [...]
novo blog: cidade solitária
Posted in Avisos, Blogs, Contos, José Roldão, Literatura, Notícias, Poesias, Relatos, Religião, com etiqueta Cidade Solitária, Fernando Namora, Ficção, Fragmentos de Tempo, José Roldão, Narrativas, Novo Blog, Novo Endereço on Março 12, 2008 | 1 Comentário »
Estou com mais um blog, chamado: CIDADE SOLITÁRIA, neste link: http://jroldao.wordpress.com/ O título, como alguns devem perceber, é inspirado na obra do escritor-médico-português Fernando Namora; uma coleção de narrativas que tem o mesmo nome. Aliás, Fernando Namora é um de meus autores preferidíssimos. Qual o motivo para criar outro blog? Não sei mesmo porque, mas [...]




