— O que importa o lugar, Dane-se! Cale-se!, pois trago todo o peso do mundo comigo, minha filha está morta, se fosse viva dois mundos apoiavam-se em meus ombros mais a minha filhinha a bater-me, a gritar-me, jogando coisas e deixando marcas de suor nas paredes, os dedos dela a perfurarem o abdômen ferido e [...]
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Todos os anos de uma só vez a cair
Posted in José Roldão, Literatura, morte, Narrativas, Relatos, Solidão, com etiqueta agulhas, choro, chuva, doença, falecimento, filha, hospital, Maca, mãe, mãos, médicos, Memória, mongolismo, morte, nebulizador, olhos, Solidão, sozinha on Julho 11, 2009 | Deixar um Comentário »
A PACIENTE
Posted in Contos, José Roldão, Literatura, Relatos, com etiqueta dedos, gravidez, mãos, Médico, medicina, paciente on Maio 4, 2008 | Deixar um Comentário »
O médico toca com os dedos a barriga da mulher grávida. Seus olhos cruzam com os da paciente por alguns instantes. Ela parece estar bem de saúde; e também o bebê. A mulher segura a mão do médico, separa-lhe os dedos e entrelaça com os seus: «Doutor, uma vida quer rebentar de dentro de mim». [...]




