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Archive for the ‘Notícias’ Category

Caros amigos,

Estou agora com um domínio próprio e todo o conteúdo deste blog já foi transplantado para o mesmo. De agora em diante, vou publicar naquele endereço e só esporadicamente copiarei algo delá prá cá, a nível de manter este blog e nome, e também para que ninguém se perca no meio do caminho.

Gostaria muito que todos vocês continuassem a visitar este que vos escreve no novo blog.

Aos que não forem, deixo aqui meu imenso abraço e meu sincero agradecimento pelas vezes que visitaram este local, que é tão caro para mim.

Cidade Solitária

http://cidadesolitaria.blogspot.com

Bons Ventos!

José Roldão.

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E o silêncio rompeu-se: foi levada para a UTI. Não se sabe se de lá retorna (e por isso julgo aquelas cenas de morte previamente anunciada, sentida), mas bem pode ser, quem sabe? Minha mãe, ao telefone internacional, disse-me: «Eu estava já tão triste! Na UTI, mesmo que mal, ainda há esperança…». A vizinha contou-me: «Não morreu ainda, mas antes de ser internada já estava por demais agressiva…».

A mulher sofre de Mal de Alzheimer, uma doença degenerativa do cérebro, e que causa perda da memória episódica. É certo, já não se recordava de quase ninguém e, julgo eu, possa se dever a isto que se tenha tornado agressiva. Será que sem memória conseguiríamos ser bons para com os outros? Que outros? Não ter memória é o máximo da solidão…

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Gon�alo M. TavaresParis, 11 Nov (Lusa) – Gonçalo M. Tavares assinou um contrato com a editora francesa Viviane Hamy para a publicação de “sete ou oito livros”, entre os quais “uma tetralogia de romances”, disse o escritor à Lusa.

A editora Viviane Hamy, que publicou o romance “Jerusalém” e “O Senhor Valery”, parece ter uma especial queda para as letras portuguesas ou relacionadas, tendo editado “O incêndio do Chiado”, de François Vallejo, passado na capital portuguesa.

Lisboa, aliás, será o cenário de algumas dessas obras, revelou Gonçalo M. Tavares à Lusa. “Lisboa é uma cidade extraordinária. Tenho um projecto de fazer uma ficção inspirada em Lisboa”, disse o escritor sobre o próximo trabalho que, possivelmente, incluirá também as cidades de Estocolmo, Helsínquia, Nova Iorque e Buenos Aires.

Gonçalo M. Tavares, apontado pela crítica francesa como “a revelação portuguesa”, exprimiu o desejo de falar sobre as suas obras recentemente traduzidas para francês, “Jérusalem” e “O Senhor Valéry”, para dar “a conhecer diferentes mundos e linhas de escrita diferentes”.

LEIA NA ÍNTEGRA AQUI!

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Existem diversas explicações para o que seria o ofício de escrever, mas aqui, nesta entrevista com José Saramago, no Jornal de Notícias, encontrei um trecho que me chamou a atenção, justo por conter também um pouco da relação deste ofício com a vida. A analogia é bem interessante.

Então, para si, escrever é um ofício que se confunde com a vida…

A literatura, como trabalho que é, enquanto se pode fazer, faz-se. Acabando-se a vida, acaba-se o trabalho. E, se esse trabalho tem a ver com literatura, é cortado nesse momento. No fundo, é como uma ave que é abatida em pleno voo. Vai voando e julga que vai chegar àquela árvore, onde quer pousar, mas, de repente, há um tiro de um caçador que a deita abaixo. A vida é isto.

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Estou com mais um blog, chamado: CIDADE SOLITÁRIA, neste link:

http://jroldao.wordpress.com/

O título, como alguns devem perceber, é inspirado na obra do escritor-médico-português Fernando Namora; uma coleção de narrativas que tem o mesmo nome. Aliás, Fernando Namora é um de meus autores preferidíssimos.

Qual o motivo para criar outro blog? Não sei mesmo porque, mas o Fragmentos de Tempo sempre me aprisiona para determinados assuntos. Tipo, não consigo publicar aqui – trava-me as mãos e os olhos – determinadas coisas; quase sempre coisas que sejam mais pessoais e diretas, opiniões minhas e observações cotidianas. No novo blog pretendo justamente me expor mais – sem, no entanto, descobrir-me muito – e publicar percepções mais cruas e diretas que possam ocorrer em meu cotidiano.

Certamente – muito, muito certamente mesmo (aliás, já ocorreu no primeiro relato) – é impossível pra mim não ficcionalizar algumas coisas, mesmo as mais triviais. Não sei se isso é dom ou cadeia invisível, mas até que me dá bastante prazer realizar tais distorções ou reparos.

Convido-os todos a assinarem o Cidade Solitária, seja para receberem via email ou RSS, e os aguardo com muita alegria nas visitas constantes que possam me conceder!

Bons Ventos!

José Roldão

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Um estudo realizado na Austrália apontou que as impressoras a laser são tão prejudiciais aos pulmões quanto a fumaça de um cigarro. Os cientistas descobriram que as impressoras emitem partículas poluentes cujos danos são comparados aos causados aos fumantes passivos. De acordo com o estudo, a situação se agrava nos escritórios, geralmente pouco ventilados, e quando os cartuchos são novos.

Leia o artigo da BBC News:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/6923915.stm

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O novo país chamar-se-ia Ibéria
15.07.2007 – 10h51

O prémio Nobel português José Saramago prevê, numa entrevista publicada hoje no “Diário de Notícias”, que Portugal vai acabar por tornar-se uma província de Espanha e integrar um país que se chamaria Ibéria para não ofender “os brios” dos portugueses.

O escritor, que reside há 14 anos na ilha espanhola de Lanzarote, considera que Portugal, “com dez milhões de habitantes”, teria “tudo a ganhar em desenvolvimento” se houvesse uma “integração territorial, administrativa e estrutural” com Espanha.

Portugal tornar-se ia assim, sugere o Nobel português, mais uma província de Espanha: “Já temos a Andaluzia, a Catalunha, o País Basco, a Galiza, Castilla La Mancha e tínhamos Portugal”. “Provavelmente [Espanha] teria de mudar de nome e passar a chamar-se Ibéria. Se Espanha ofende os nossos brios, era uma questão a negociar”, disse o escritor, membro do Partido Comunista Português desde 1986.

Questionado sobre a possível reacção dos portugueses a esta proposta, Saramago disse acreditar que aceitariam a integração, desde que fosse explicada: “não é uma cedência nem acabar com um país, continuaria de outra maneira. (…) Não se deixaria de falar, de pensar e sentir em português”. Na visão do escritor, Portugal não passaria a ser governado por Espanha, passaria a haver representantes de ambos os países num mesmo parlamento e, tal como acontece com as autonomias espanholas, Portugal teria também o seu próprio parlamento.

Numa entrevista de quatro páginas ao DN, Saramago diz que em Agosto começa a escrever um novo livro e fala também da sua fundação, recentemente constituída, que deverá “intervir social e culturalmente, preocupar-se com o meio ambiente e outras questões”, além de promover o trabalho do escritor.

A Fundação José Saramago, que será presidida pela mulher do escritor, terá sede em Lisboa e prolongamentos em Lanzarote, na terra do escritor, Azinhaga, e na terra de Pilar, Castril.

FONTE: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1299516&idCanal=14

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